Francisco de Goya y Lucientes, Os Fuzilamentos do 3 de Maio de 1808
Francisco de Goya y Lucientes, A Maja Desnuda
Théodore Géricaut, A Balsa da Medusa, 1819
A Liberdade Guiando o Povo, Eugène Delacroix
De 1790 a 1850, notabilizadas pela subjetividade e pela introspecção, as obras de arte do Romantismo evocam sentimentos e sensações. Há um interesse maior pelo passado não clássico e uma forte influência da literatura romântica, além de uma atração pelas forças da natureza e pelo exótico. A cor e o movimento suplantam os traços e a exatidão do contorno.
Distingue-se o trabalho do espanhol Francisco de Goya y Lucientes (1746-1828), que adota o grotesco, o fantástico e o protesto social como temas, antecipando características futuramente desenvolvidas por movimentos como o Expressionismo.
Algumas de suas principais pinturas são A Família de Carlos IV, O Colosso, Os Fuzilamentos do 3 de Maio de 1808, A Maja Desnuda, A Maja Vestida e O Sabá das Bruxas. Também é autor de importantes séries de gravuras.
Sobressaem ainda obras como A Balsa da Medusa, 1819, de Théodore Géricault (1791-1824); A Carroça de Feno, de John Constable; A Morte de Sardanapalo e A Liberdade Guiando o Povo, de Eugène Delacroix; e O Guerreiro Téméraire, de Joseph William Turner. “A idéia de romantismo refere-se a uma renovação das técnicas artísticas, na medida em que compreende uma ruptura e uma oposição com um passado ‘clássico’, mas nos encaminha – o que é mais importante – a uma visão global do mundo, da sensibilidade, a uma atitude diante da sociedade, enfim, a todo um conjunto de elementos que ultrapassa o lado puramente formal, a especificidade do fazer artístico”.
O Guerreiro Téméraire, de Joseph William Turner